“2009, o ano da insustentabilidade”

Este é o título do artigo da The Economist que foi passado pela arquiteta Maria Nader numa discussão sobre inovação e sustentabilidade que temos no Linked in.foto_recicla_campanha

Vale a pena ler. Na opinião do editor Daniel Franklin, 2009 é o ano da verdade para as empresas que pregam trabalhar com sustentabilidade, já que as tentações para abandonar o tema são inúmeras.

Consumidores que não querem pagar  mais por produtos sustentáveis e empresas pensando em cortes que podem incluir programas de desenvolvimento sócio ambiental são só alguns exemplos.

De qualquer maneira, dois pontos fundamentais são mencionados pelo autor:

1. muitas vezes o significado do tema sustentabilidade não está claro e, no presente momento, pode ficar reduzido à sustentabilidade econômica do negócio, o que seria uma deturpação, no meu entender.

2. as empresas que conseguirem manter a seriedade e profundidade de suas políticas poderão se diferenciar inclusive em termos de retenção e atração de novos talentos.

Quanto a este segundo ponto, quero acreditar que Franklin está certo e que as novas (e velhas) gerações estão cada vez mais conscientes de que não vale a pena trabalhar em organizações que não estão preocupadas em evitar as catástrofes sócio ambientais que vêm pela frente.

Como disse Eduardo Gianetti, esta crise é só uma pequena preparação para a verdadeira crise que estamos incubando.

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