Como escolher a ideia certa para a sua startup – continuando post da Results on

Traduzindo e incluindo o que o post da Results on gerou aqui na Startup Farm BH.

1) Sua ideia tem que fazer ao menos uma de três coisas:

Facilitar alguma coisa que era difícil, baratear algo que era caro ou entreter!

2) Escolha algo que é uma grande “dor” de mercado

O tamanho do mercado nem sempre é um grande indicador do potencial de sucesso.

Achamos que “market pain” não é bem dor, mas dor traduz bem. Quanto mais o seu negócio focar de fato algo que dói, melhor.

3) Ideias comerciais são muito diferentes de ideias sociais.

Software social (i.e. foursquare, Instagram, Twitter) tem uma lógica diferente do e-commerce.

Discutimos aqui que não é somente uma distinção em relação ao e-commerce, mas uma diferença em relação aos projetos que já têm um modelo de negócios e um público-alvo bem definido. No caso dos negócios ancorados em mídias sociais e que se baseiam na formação de uma rede de pessoas, muitas vezes não se sabe de antemão de onde virão os recursos. O modelo comercial fica atrelado a outros fatores. Trata-se primeiro de atrair as pessoas para, depois, buscar formas de gerar negócios que não entrem em choque com a cultura da comunidade. Enviar mensagens comerciais pelo Twitter, por exemplo, é de péssimo tom!

Então há um grande desafio para as Startups que vão entrar nesse tipo de negócio: como construir um discurso forte sendo quando ainda não é possível saber como atingir a viabilidade financeira? Na conversa aqui na Startup Farm BH falou-se que uma opção é mostrar o potencial de atração. Qual o volume de pessoas que se conectaria com essa idéia?

Bom, de qualquer forma, falta de recursos não foi empecílho para o nascimento da maioria das grandes plataformas baseadas em redes sociais. O Instagram está até hoje pensando em como vai se tornar viável.

4) Escolha um projeto onde você possa empatizar com seus usuários.

Idealmente você estaria construindo algo para si mesmo.

…aí acrescentamos mais um item:

5) Projetos multistakeholder são diferentes de projetos com um grupo único de usuários.

Se você vai conectar pessoas que hoje têm dificuldade de se encontrar, tem que entender como o projeto serve cada uma delas. Um exemplo disso é o projeto do Grão, que é sistema de financiamento colaborativo de educação para estudantes de baixa renda, através de doações online. Não se trata de servir apenas o doador ou apenas ou estudante, mas ambos.

Então é isso. Nesse caso a fase de descoberta do projeto tem que dar voz para todos os stakeholders.

Ah, e segue o link do slideshare conforme prometido, tanto do workshop da pergunta-pivô quanto da prototipagem!

Boa sorte aos empreendedores!

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